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Governo espanhol irá ajudar na recomposição de acervo do Museu Nacional do Rio

O governo espanhol irá ajudar o Brasil na recomposição do acervo do Museu Nacional do Rio de Janeiro, segundo nota do Ministério da Educação (MEC). A informação é do ministro da Cultura e Esporte da Espanha, José Guirao Cabrera, que é ex-diretor do Museu Nacional de Arte Reina Sofía.

O ministro afirmou que a Espanha “tem documentos históricos em seus museus e até mesmo fora de exposição, que devem ser relevantes ao Brasil', durante um encontro com o ministro da Educação, Rossieli Soares, nesta sexta-feira (15), em Madri. “Em reconhecimento a essa história, a Espanha ajudará o Brasil na recomposição do acervo ao Museu Nacional”, ressaltou Cabrera.

Além da recomposição do acervo, Cabrera destacou que especialistas serão disponibilizados para auxiliar o País na reconstrução do prédio. Rossieli acrescentou que identificará os tipos de profissionais necessários e comunicará o Ministério da Cultura da Espanha.

Nesta semana, o governo francês também ofereceu ajuda ao Brasil e disse que irá enviar quatro especialistas ao Rio de Janeiro. A Alemanha e a França também se dispuseram a auxiliar no processo de recomposição do museu após o incêndio que destruiu grande parte de seu acervo.

Etapas para recomposição do Museu Nacional 

Depois de ser consumido pelas chamas no dia 2 de setembro, o Museu Nacional do Rio de Janeiro será recomposto em um processo que contém quatro etapas, incluindo a possibilidade de cessão de um terreno próximo ao prédio afetado para o mantimento das atividades acadêmicas.

O MEC explicou que a primeira fase do projeto será dedicada à realização de intervenções emergenciais, como instalação de um toldo, escoramento de paredes, levantamento da estrutura, inventário do acervo e separação do que é possível encontrar nos escombros.

Já a segunda depende da conclusão da perícia da Polícia Federal no local. Assim que finalizada, as autoridades contratarão um projeto básico e, com base nele, implementarão o projeto executivo para “recuperação” do museu.


A terceira etapa consiste na ideia de usar a lei federal de incentivo à cultura, a Lei Rouanet, enquanto a quarta fase ocorrerá em paralelo com a obra de construção, ou seja, a recomposição do acervo. Vale mencionar que o governo pretende fazer uma campanha internacional para a doação e aquisição de acervos para o Museu Nacional.

*Com informações da Agência Brasil

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